Pe. Figueiredo (1950)

Capítulo 7

Regras para os casados, e como devem usar do matrimônio. Como se devem haver os maridos cristãos com as mulheres que o não são, e pelo contrário. Louvor da virgindade. Ela é melhor que o matrimônio. A viúva pode casar; mas fará melhor se se conservar como está.

1Pelo que pertence porém às coisas, sôbre que me escrevestes: Digo que bom seria a um homem não tocar mulher alguma:[1]bom seria a um homem não tocar mulher algumaDIGO QUE BOM SERIA A UM HOMEM NÃO TOMAR MULHER ALGUMA — Não se opõe esta doutrina do Apóstolo ao que Deus disse no princípio do mundo (Gên 2, 18): "Não é bom que o homem esteja só". Porque no caso em que Deus falava, entendia-se o bem da espécie; no caso em que fala S. Paulo, entende-se o bem do indivíduo. — Êstio.

2Mas por evitar a luxúria cada um tenha sua mulher, e cada uma tenha seu marido.

3O marido pague a sua mulher o que lhe deve, e da mesma maneira também a mulher ao marido.[2]O marido pague a sua mulher o que lhe devePAGUE A SUA MULHER — Refere-se o Apóstolo ao débito conjugal.

4A mulher não tem poder no seu corpo, mas tem-no o marido. E também da mesma sorte o marido não tem poder no seu corpo, mas tem-no a mulher.

5Não vos defraudeis um ao outro, senão talvez de comum acôrdo por algum tempo, para vos aplicardes à oração: E de novo tornai a coabitar, porque não vos tente satanaz, por vossa incontinência.[3]para vos aplicardes à oraçãoPARA VOS APLICARDES À ORAÇÃO — S. João Crisóstomo o entende da oração mais fervorosa e de retiro. Outro, com Êstio, o entendem da oração pública e da assistência ao sacrifício, porque falando da oração ordinária, esta tanto se não pode dizer incompatível com o matrimônio, que antes Cristo e o mesmo Apóstolo mandam que ela em todos seja contínua. — Pereira. PORQUE NÃO VOS TENTE SATANAZ — Isto é, para que não tente a mulher a que peque com outra mulher, e tente a mulher a que peque com outro homem.

6Porém eu digo-vos isto como uma coisa que se vos perdoa, não por mandamento.

7Porque quero que todos vós sejais tais como eu mesmo, porém cada um tem de Deus seu próprio dom: Uns na verdade duma sorte, e outros de outra.

8Digo também aos solteiros, e às viúvas: Que lhes é bom se permanecerem assim, como também eu.

9Mas se não têm dom de continência casem-se. Porque melhor é casar-se do que abrasar-se.[4]Porque melhor é casar-se do que abrasar-sePORQUE MELHOR É CASAR-SE DO QUE ABRASAR-SE — Abrasar-se, aqui, não é ser tentado da concupiscência da carne, mas é arder já nos maus desejos. Uri est occulta flamma concupiscentiae vastari, diz Santo Agostinho no Livro da Santa Virgindade, cap. 34. E o ser melhor casar-se é porque é pior abrasar-se. Ideo melius est nubere, quia peius est uri, diz S. Jerônimo na Apologia a Pamáquio. Advirta-se que S. Paulo fala aqui das pessoas livres, e não das que estão prêsas por voto; para estas só na oração e penitência podem encontrar remédio para as suas paixões.

10Mas àqueles que estão unidos em matrimônio, mando, não eu, senão o Senhor, que a mulher se não separe do marido:

11E se ela se separar, que fique sem casar, ou que faça paz com seu marido. E o marido tão pouco deixe a sua mulher.

12Pelo que toca porém aos mais, eu é que lho digo, não o Senhor. Que se algum irmão tem mulher infiel, e esta consente em coabitar com êle, não a largue.

13E que se uma mulher fiel tem marido, que é infiel, e êste consente em coabitar com ela, não largue a tal a seu marido.

14Porque o marido infiel é santificado pela mulher fiel, e a mulher infiel é santificada pelo marido fiel: Doutra sorte os vossos filhos não seriam limpos, mas agora são santos.[5]Porque o marido infiel é santificado pela mulher fielPORQUE O MARIDO INFIEL — Têm dado os críticos duas interpretações a êste texto. 1.ª O marido é atraído à fé e à virtude pela santidade da espôsa. Já é um bom indício e uma boa disposição tomar para companheira uma mulher virtuosa; daqui se pode esperar que pelos bons conselhos e bons exemplos desta espôsa fiel êle passe a viver honestamente no seu estado e a professar a mesma fé. 2.ª Um tal consórcio nada tem de desregrado ou de impuro; não importa para a espôsa nenhuma mancha diante de Deus; entra na ordem estabelecida pela Providência e é de natureza a realizar o seu fim, a saber: a procriação e a educação cristã da prole, batizada, instruída e formada na prática do bem. Erradamente aquele que intentasse dissolver êste matrimônio.

15Porém se o infiel se retira, que se retire: Porque neste caso já o nosso irmão, ou a nossa irmã não estão mais sujeitos à escravidão: Mas Deus nos chamou em paz.

16Porque donde sabes tu, ó mulher, se salvarás a teu marido? Ou donde sabes tu, ó marido, se salvarás a tua mulher?

17Porém todavia cada um conforme o Senhor lhe haja repartido, cada um conforme Deus o haja chamado, assim ande: E isto é como eu o ordeno em tôdas as igrejas.[6]assim andeASSIM ANDE — Quer dizer, assim viva, assim se conduza. O Apóstolo expõe aqui a teoria da vocação. S. Paulo faz estas recomendações pelas razões seguintes: 1.º Para prevenir a objeção levantada contra o cristianismo, de que este perturbava a ordem estabelecida nas famílias e no Estado. Ne nomen Dei et doctrina blasphemetur. 2.º Para reprimir o zêlo indiscreto dos exagerados, que muitas vezes transtornam as melhores e mais santas disposições. 3.º Para ensinar aos fiéis a prática da paciência conformando o seu gosto com a sua posição.

18E' chamado algum sendo circuncidado? Não se dê por incircunciso. E' chamado algum incircunciso? Não se circuncide.

19A circuncisão nada vale, e a incircuncisão nada vale: Senão a guarda dos mandamentos de Deus.

20Cada um na vocação em que foi chamado nela permaneça.

21Foste chamado sendo servo? Não te dê cuidado: E se ainda podes ser livre aproveita-te melhor.[7]E se ainda podes ser livre aproveita-te melhorAPROVEITA-TE MELHOR — Mas se podes lograr liberdade por meios legítimos, não percas a ocasião, aproveita-te dela, porque Deus ta dá, para servires com mais liberdade a Cristo. É o sentido mais corrente, que traduz o desejo de libertação do escravo.

22Porque o servo que foi chamado no Senhor, liberto é do Senhor: Assim mesmo o que foi chamado sendo livre, servo é de Cristo.

23Por preço fostes comprados, não vos façais servos de homens.

24Cada um pois, irmãos, permaneça diante de Deus no estado em que foi chamado.

25Quanto porém às virgens, não tenho mandamento do Senhor: Mas dou conselho, como quem do Senhor tem alcançado misericórdia, para ser fiel:

26Entendo pois que isto é bom, por causa da instante necessidade, porque é bom para o homem o estar assim.[8]por causa da instante necessidadePOR CAUSA DA INSTANTE NECESSIDADE — Por necessidade instante, (que são os têrmos precisos da Vulgata) entendem comumente os expositores as misérias a que na vida presente estão sujeitos os casados, as quais misérias o Apóstolo, no verso 28, chama tribulações da carne. Não que a excelência, que no estado do celibato considera o Apóstolo, consista precisamente em êle nos livrar de certos cuidados e inquietações, como interpretava Joviniano, mas sim porque no estado do celibato estamos mais livres e desembaraçados para a oração e mais exercícios de piedade, como o Apóstolo pondera nos versos 33 e 34, e como contra Joviniano mostra Santo Agostinho no livro Da Santa Virgindade, cap. 13. Onde também pelo que a Vulgata diz: propter instantem necessitatem, alega o Santo, como lição dos códices do seu tempo, propter praesentem necessitatem, como com efeito verteu Erasmo do grego, e como do latim verteram Veron Godeau, Amelote, Sacy, os de Mons, e outros. PORQUE É BOM PARA O HOMEM O ESTAR ASSIM. — Bom em todos os três gêneros de bondade, porque o celibato é um bem honesto, por causa da pureza; um bem deleitável, por causa da liberdade; um bem útil, por causa da paga, que lhe é devida a cento por um. — S. Tomás.

27Estás ligado à mulher? Não busques soltura. Estás livre de mulher? Não busques mulher.

28Mas se tomares mulher, não pecaste. E se a virgem se casar, não pecou: Todavia os tais padecerão tribulação da carne. E eu quisera poupar-vos a ela.[9]Todavia os tais padecerão tribulação da carnePADECERÃO TRIBULAÇÃO DE CARNE — Isto é, em si mesmos, tomada a carne por todo o homem, segundo o estilo das Escrituras. — Sacy.

29Isto finalmente vos digo, irmãos: O tempo é breve: O que resta é que não só os que têm mulheres sejam como se as não tivessem.

30Mas também os que choram, como se não chorassem, e os que folgam, como se não folgassem: E os que compram, como se não possuíssem:

31E os que usam dêste mundo, como se dêle não usassem: Porque a figura dêste mundo passa.

32Quero pois que vós vivais sem inquietação. O que está sem mulher, está cuidadoso das coisas que são do Senhor, de como há de agradar a Deus.

33Mas o que está com mulher, está cuidadoso das coisas que são do mundo, de como há de dar gôsto a sua mulher, e anda dividido.

34E a mulher solteira, e a virgem, cuida nas coisas que são do Senhor, para ser santa no corpo, e no espírito. Mas a que é casada, cuida nas coisas que são do mundo, de como agradará ao marido.

35Na verdade digo-vos isto para proveito vosso: Não para vos ilaquear, mas sòmente para o que é honesto, e que vos facilite a orar ao Senhor sem embaraço.

36Mas se algum julga o que parece ser desonra própria, quanto a sua filha donzela, o ir-lhe passando a idade de casar, e que assim convém fazer-se-lhe o casamento: Faça o que quiser: Não peca, se casar.

37Porque o que formou em seu peito uma firme resolução, não no obrigando a necessidade, mas antes tendo poder na sua própria vontade, e com isto determinou no seu coração conservar a sua filha virgem, bem faz:

38Assim que o que casa a sua filha donzela, faz bem: E o que a não casa, faz melhor.

39A mulher está ligada à lei por todo o tempo que seu marido vive: Mas se morrer o seu marido, fica ela livre: Case com quem quiser: Contanto que seja no Senhor.

40Porém será mais bem-aventurada, se permanecer assim, conforme o meu conselho: E julgo que também eu tenho o Espírito de Deus.

↑ topo reporte um problema

Causa determinante desta Epístola.Corinto, a capital de Acaia, era uma cidade declarada colônia romana por Julio César, a primeira da Grécia, pois contava cêrca de seiscentos mil habitantes de todas as nacionalidades, Latinos, Gregos, Judeus, etc. A tão grande e variada população correspondia naturalmente singular opulência, notabilizando-se pela sua vasta atividade e pelo seu luxo. Cícero chamava-lhe Totius Graeciae lumen. A sua posição geográfica, no istmo que une o Peloponeso à Grécia, entre o mar Egeu ao Oriente e o Jônio ao Ocidente, tornava Corinto um importante centro comercial. O comércio imprimia opulência à cidade, e esta aproveitava-se dessa riqueza para se entregar ao luxo e aos prazeres imoderadamente. O espetáculo que a cidade oferecia era de tal ponto dissolvente, que as orgias de agora não são senão pálida sombra de devassidão de então. O culto mais propagado e porventura o único praticado era o de Vênus. Compreende-se portanto bem quanto era árido o terreno sôbre que havia de cair a semente da palavra divina.

Era assim Corinto, a cidade que mais timbrava na corrupção de costumes, que inventava requintes da mais pervertida voluptuosidade no templo de Afrodite, quando S. Paulo, depois dos seus trabalhos Apostólicos na Macedônia, se resolveu ir ali pregar o Evangelho.

Que Corinto, pela sua posição, pela sua importância, pela sua riqueza, lhe oferecia vantagens extraordinárias ao seu Apostolado, fàcilmente se compreende, como se percebe também o desejo do Apóstolo a chegar até ali. Porém como pregar a castidade onde reinava a mais desenfreada crápula? Como pregar penitência e abnegação a quem vivia só da matéria e para a matéria? Por isso às primeiras tentativas seguiu-se o mais desanimador insucesso. E S. Paulo teve de se recolher em casa dum judeu converso, recentemente chegado de Roma, e de procurar pelo trabalho o indispensável para a sua sustentação (At 23, 2). E como se isto não bastasse para atormentar aquêle coração inflamado em zêlo pela salvação de tantas almas imersas no êrro, veio a enfermidade roubar-lhe as fôrças e tolher-lhe o seu apostolado. Todavia não desanimou, e apesar de pobre, fraco e doente, começou a ir ao sábado à sinagoga pregar, mas com uma certa timidez. Continuou o insucesso. Era preciso que a posteridade recolhesse uma lição de constância e de perseverança, era preciso tudo isto para que no decorrer dos séculos os apóstolos, a quem cumpre pregar a Jesus Cristo, aprendessem ali a firmeza no desempenho da sua missão.

Vendo S. Paulo que por êsse lado pouco conseguia, deixou a sinagoga, e abriu em casa de um prosélito uma escola para os pagãos. Foi então que êle mereceu uma visão que lhe encheu a alma de esperança, pois lhe era anunciado que ali estava o germen duma grande cristandade. Redobra o seu zêlo, multiplica a sua atividade, vence a sua própria fraqueza, cogita novas industrias para converter corações endurecidos, inicia rasgadamente a sua pregação, supera tôdas as dificuldades, e dá começo a uma ação apostólica, que se traduzia pelo ensino e pela beneficência, cativando assim todos os corações.

E' um quadro muito amplo êste do Apostolado de S. Paulo em Corinto, e sobretudo duma palpitante oportunidade para aquêles que nestes tempos têm por dever ensinar ao povo a doutrina de Jesus Cristo.

Por êste exemplo de S. Paulo se vê que, quem quiser ser Apóstolo, e conseguintemente benemérito da causa de Deus e da humanidade, não pode circunscrever a sua ação apostólica às quatro paredes do presbitério ou apenas dentro do templo. A sua ação tem de se exercer dum modo muito diverso; tem de aparecer em tôda a parte, destacando-se sempre pelas luzes do seu espírito, que devem iluminar, e pelas virtudes da sua alma que a todos devem edificar. E' preciso ir ao mundo para salvar o mundo.

Os primeiros sucessos da pregação de S. Paulo em Corinto foram entre o povo; as classes elevadas não aceitavam a palavra do grande Apóstolo. Não admira: aferrados aos seus preconceitos, escravos das suas paixões, no trono do seu orgulho, não querendo fitar desgraças nem sabendo enxugar lágrimas, não lhes soava bem uma doutrina que proclamava felizes os que choravam.

Ficassem êsses, revoltando-se no torvelinho dos seus crapulosos desmandos; os humildes, êsses iam formando, em muito pouco tempo, uma considerável cristandade. Quando frutificou a pregação de S. Paulo, inflamou-se a inveja dos judeus de Corinto, que se queixaram ao procônsul Galião, que pouco ou nenhum caso fêz da acusação, continuando S. Paulo em liberdade para pregar o Evangelho, o que fêz até ao ano 54 em que se retirou para a Palestina.

Estabelecida a Igreja entre os Coríntios, a breve trecho o Helenismo começa a causar uma certa perturbação nos espíritos, havendo uma tal ou qual cisão, agravada com a vinda de novos pregadores, que uns queriam escutar e a quem outros não queriam ouvir.

Daqui as controvérsias, as discussões estéreis, e a formação de vários partidos, e como consequência fatal os abusos. S. Paulo teve conhecimento dêste estado de coisas, amargurou-se extremamente e escreveu a sua Epístola.

Tempo e lugar em que foi escrita. — Esta epístola foi escrita na época em que se fazia a grande coleta para as Igrejas da Judéia; além disso havia dois anos que pregava a fé, e quatro ou cinco que tinha fundado a Igreja de Corinto, e ainda viviam muitos dos discípulos de Jesus que tinham presenciado a sua ressurreição, 1 Cor 15, 6. Por tudo isto os Padres assinam a esta epístola o ano 56. Quanto ao lugar não resta a menor dúvida que foi escrita em Éfeso, pois o próprio Apóstolo diz que ficara algum tempo em casa de Áquila e de Priscila, moradores nesta cidade durante a sua passagem por Corinto, 1 Cor 11, 19 cfr. At 13, 19-26.

Autenticidade. — Não se apresenta um fundamento sério para negar a autenticidade desta Epístola. Basta a sua leitura séria e refletida para trazer o convencimento indestrutível da sua autenticidade. A descrição dos trabalhos do autor, as recomendações doutrinais, as minudências a que chegou, os conselhos que dá, tudo o que aí se encontra só pode ser obra de S. Paulo.

Mas tôdas as considerações são supérfluas em face dos testemunhos decisivos dos Padres, da crença unânime dos fiéis. Além de Inácio Ad. Eph. 18, S. Policarpo, Ad Phil., a Epístola a Diognetes, nós temos um documento irrefragável em S. Clemente, papa, que, trinta anos mais tarde, escrevia aos Coríntios relembrando-lhes esta Epístola.

Divisão. — Esta Epístola difere muito da precedente, não só enquanto à matéria como enquanto à forma.

Esta Epístola não tem nada de dissertação nem de tratado dogmático, é uma série de avisos, reflexões, soluções dirigidas pelas circunstâncias e repartidas em sete artigos. Podemos contudo dividi-la da seguinte forma:

PRÓLOGO. — 1, 1-9.
PRIMEIRA SECÇÃO. — 1, 10-6, 20 Reforma dos abusos notados em Corinto.
    a) Abusos introduzidos por certos pregadores, cc. 1-4.
    b) Diversos escândalos dados por particulares, cc. 5 e 6.
SEGUNDA SECÇÃO. — Resposta às duvidas formuladas.
    a) Sôbre o casamento e sôbre o celibato, c. 7.
    b) Sôbre os manjares consagrados aos ídolos, cc. 8, 1-11, 1.
    c) Acêrca da ordem que deve reinar na assembléia religiosa, c. 11, 2-16.
    d) Do uso dos dons sobrenaturais, cc. 12-14.
    e) Sôbre a ressurreição, c. 15.

A leitura desta Epístola faz conhecer bem o espírito do Apóstolo e a primitiva disciplina da Igreja, ao mesmo tempo que revela o discernimento de S. Paulo, pois êle responde à carta que lhe fôra enviada pelas pessoas da casa de Cloé, à narração oral que lhe foi feita do estado da Igreja de Corinto, por Estéfanas e seus coadjutores, e as questões que os fiéis de Corinto propuseram ao seu critério para que êle lhes desse solução.

📄 PDF
📄 Original