Pe. Figueiredo (1950)

Capítulo 2

Chegada dos Magos, e suas ofertas ao Deus Menino. Morte dos Inocentes por Herodes. Fugida de Jesus para o Egito, e a sua volta para Judéia.

1Tendo pois nascido Jesus em Belém de Judá, em tempo do rei Herodes, eis-que vieram do Oriente uns Magos a Jerusalém,[1]Belém de JudáBELÉM DE JUDÁ — Etimologicamente Bethleem significa a 'casa do pão', nome dado a esta povoação por causa da sua singular fertilidade. Era a pátria de Davi, pertencia à tribo de Judá e tinha o sobrenome Efrata, a fértil, para a distinguir de Belém, da tribo de Zabulon. Erguia-se sôbre um montículo, a 822 metros de altitude, rodeada de vales tão amenos como fecundos. O seu clima é frio, caindo no Inverno abundante neve, que depressa se derrete. A este estão as colinas selvagens, onde pastaram os rebanhos de Davi, de Amós e doutros pastores belemitas. Hoje vê-se a Igreja da Natividade sôbre a gruta onde nasceu Jesus Cristo. Esta gruta, que se venera na cripta, tem 12m40 de comprido, 3m 90 de largura e 3m de altura. Era um estábulo. Hoje as paredes primitivas estão cobertas de mármore. Numa pequena capela, ao este, vê-se uma estrêla de prata com esta inscrição: Hic, de Virgine Maria Jesus Christus natus est. Imediatamente para o sul, está a capela do Presépio, para a qual se descem três degraus. No Presépio de mármore, que aí se guarda, venera-se uma Imagem do Menino Jesus. Porém, o verdadeiro presépio, ou melhor, os fragmentos que restam, foram transportados para Roma em 642 e guardam-se na Basílica de Santa Maria Maior, na Capela do Presépio. Êstes fragmentos são cinco tábuas, de madeira enegrecida pelo tempo, de vinte e cinco centímetros de comprimento. Para este de Belém estende-se um pequeno vale, chamado Ouadi-el-Scharabéh, que vai até ao Mar Morto e de notável fertilidade, onde se ergue a tôrre do Rebanho, Migdal Reder, Gên 35, 21, onde Jacó apascentava o seu gado, e onde, diz S. Jerônimo, vigiavam, à distância de mil passos, os pastores que ouviram o Gloria in excelsis, na fausta noite do nascimento de Jesus. Santa Helena levantou neste lugar uma capela consagrada aos Santos Anjos. Os primitivos costumes de Belém conservam-se íntegros. As mulheres vestem da mesma maneira que nós representamos a Virgem das Dores: vestido roxo e manto azul, ou vice-versa, e um véu branco sôbre a cabeça. O padre de Geramb diz, na descrição duma das suas viagens, que, quando viu uma belemita com o filho nos braços, pareceu-lhe a Virgem com Jesus em seu regaço.

EM TEMPO DO REI HERODES — Três Herodes é preciso distinguir na história evangélica. Um, que chamam Herodes o Grande, de nação idumeu, que reinou em Judéia depois de Antígono, e que é o de quem neste capítulo fala S. Mateus, quando põe no seu tempo o nascimento de Cristo, e a morte dos inocentes. E neste Herodes, que era príncipe estrangeiro, se verificou o célebre vaticínio de Jacó, Gên 49, 10: que se não tiraria o cetro de Judá, enquanto não viesse o Messias. Outro que chamam Herodes Antipas, filho do mesmo Herodes o Grande, e irmão e sucessor de Arquelau; e êste Herodes é o que mandou degolar o Batista e o que concorreu com Pilatos na morte de Cristo. Outro, que chamamos Herodes Agripa, o que mandou cortar a cabeça a S. Tiago, e prender a S. Pedro, como lemos nos Atos dos Apóstolos. Veja-se Pert. na dissertação De Epochis Herodiadum.

VIERAM DO ORIENTE UNS MAGOS A JERUSALÉM — Os Magos eram sábios que vieram da Arábia deserta, da Caldéia e da Mesopotâmia. Como Balaão habitou estas regiões, conservou-se a lembrança da profecia que anunciou o advento do Messias por uma estrêla. Num 24, 17.

2dizendo: Onde está o rei dos judeus, que é nascido? Porque nós vimos no Oriente a sua estrêla: E viemos a adorá-lo.[2]A sua estrêlaEsta passagem tem servido aos adversários de argumento contra a narração sagrada; porque, dizem, uma estrêla, por causa da sua imensa elevação não pode indicar um país, menos uma cidade, e de modo nenhum uma casa. A dificuldade desaparece desde que se considere que o têrmo aster do grego, e a palavra latina stella da Vulgata significam uma estrêla, no sentido rigoroso da palavra, mas ainda um meteoro luminoso que, visto a certa distância, tem tôdas as aparências duma estrêla. Neste sentido emprega Homero o têrmo aster, dando-lhe Aristóteles a mesma significação. Nós mesmos chamamos aos meteoros estrêlas, e é vulgaríssima a expressão estrêla cadente. Portanto podemos admitir que os Magos viram um sinal luminoso que os conduzia, como a coluna de fogo dirigira os judeus no deserto e a que, embora impropriamente, chamaram estrêla. Cfr. Glaire. Mas, perguntam, como é que os Magos conheceram que êsse sinal os conduziria ao berço de Jesus? Certamente por uma revelação. A profecia de Balaão não é expressa em têrmos tão precisos, que bastasse para por ela inferir o fim do meteoro; a recordação dêsse vaticínio, conservado ali, servia como que para confirmar o que fôsse revelado. Por isso S. Leão diz terminantemente: Dedit aspicientibus intellectum qui praestitit signum, L., In Epiph. E esta é a primeira manifestação de Jesus aos homens, e é comemorada na liturgia católica com a festa denominada a Epifania, a 6 de janeiro.

3E o rei Herodes ouvindo isto se turbou e tôda Jerusalém com êle.

4E convocando todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, lhes perguntava onde havia de nascer o Cristo.[3]Os príncipes dos sacerdotesIsto é, os chefes das vinte e quatro famílias sacerdotais, que serviam no templo por seu turno como lemos no 1 Par 24. Calmet.

E OS ESCRIBAS DO POVO ETC. — Isto é, os doutores da Lei porque êstes eram os depositários dos livros santos, e os intérpretes das Escrituras divinas.

5E êles lhe disseram: Em Belém de Judá: Porque assim está escrito pelo profeta:

6E tu Belém, terra de Judá, não és a de menos consideração entre as principais de Judá: Porque de ti sairá o condutor que há de comandar o meu povo de Israel.

7Então Herodes tendo chamado secretamente os Magos, inquiriu dêles com todo o cuidado que tempo havia que lhes aparecera a estrêla:

8E enviando-os a Belém, disse-lhes: Ide, e informai-vos bem que menino é esse: E depois que o houverdes achado, vinde-mo dizer, para eu ir também adorá-lo.

9Êles, tendo ouvido as palavras do rei, partiram: e logo a estrêla, que tinham visto no Oriente, lhes apareceu, indo adiante dêles, até que, chegando, parou sôbre onde estava o menino.

10E quando êles viram a estrêla, foi sobremaneira grande o júbilo que sentiram.

11E entrando na casa, acharam o menino com Maria sua Mãe, e prostrando-se, o adoraram: e abrindo os seus cofres, lhe fizeram suas ofertas de ouro, incenso, e mirra:[4]Ouro, incenso e mirraSímbolos da realeza, da humanidade e da divindade de Jesus, como entende a tradição universal.

12E havida resposta em sonhos, que não tornassem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra.

13Partidos que êles foram, eis-que apareceu um anjo do Senhor em sonhos a José e lhe disse: Levanta-te, e toma o menino, e sua mãe, e foge para o Egito, e fica-te lá até que eu te avise, porque Herodes tem de buscar o menino para o matar.

14José, levantando-se, tomou de noite o menino, e sua mãe, e retirou-se para o Egito:

15E ali estêve até à morte de Herodes: para se cumprir o que proferira o Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei a meu filho.

16Herodes então, vendo que tinha sido iludido dos Magos, ficou muito irado por isso, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todo o seu têrmo que tivessem dois anos, e daí para baixo, regulando-se nisto pelo tempo que tinha exatamente averiguado dos Magos.

17Então se cumpriu o que estava anunciado pelo profeta Jeremias que diz:

18Em Ramá se ouviu um clamor, um chôro, e um grande lamento: Vinha a ser Raquel chorando a seus filhos, sem admitir consolação pela falta dêles.[5]Vinha a ser RaquelO grego diz: 'Chôro, e lamentação, e gemido grande': Jer 31, 15. O que o profeta havia dito antes do tempo do cativeiro de Babilônia, o aplicou também o Evangelista ao tempo da mortandade dos inocentes. Jeremias para dar uma idéia da dor que causaria o cativeiro das dez tribos, introduz a Raquel, como saindo da sua sepultura, para chorar à vista de tão triste espetáculo. As lágrimas dos vivos não bastavam para chorar esta terrível desgraça; e assim era necessário ajuntar a dos mortos, e sobretudo de Raquel, cuja sepultura estava no caminho por onde deviam passar os cativos. Gên 35, 19. Os gemidos, e gritos penetrantes dêstes a fizeram, por assim dizer, sair do sepulcro, e derramar lágrimas, temendo, que não tornariam mais a ver a sua pátria. Esta bela imagem a aplica o Evangelista à crueldade de Herodes com os inocentes. — Calmet. Raquel fôra enterrada perto de Belém. O seu túmulo foi restaurado em 1579, no tempo de Moamed IV, e modernamente por um judeu europeu.

19E sendo morto Herodes, eis-que o anjo do Senhor apareceu em sonhos a José no Egito,

20dizendo: Levanta-te, e toma o menino e sua mãe, e vai para a terra de Israel: Porque são mortos os que buscavam o menino para o matar.

21José, levantando-se, tomou o menino e sua mãe, e veio para a terra de Israel.

22Mas ouvindo que Arquelau reinava na Judéia em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá: E avisado em sonhos, se retirou para as partes da Galiléia.[6]ArquelauFilho de Herodes, o Grande, e da Samaritana Maltácia, designado por seu pai para suceder no reino da Judéia. Os soldados proclamaram-no rei, mas não quis usar de tal título sem ter prévia autorização de Augusto. Antes de partir para Roma sufocou uma sedição, matando três mil judeus. Regressou da capital do império com o título de etnarca e esposou Glafira, viúva de seu irmão Alexandre. Desprezava a lei mosaica e tratava com supremo desprêzo os judeus, que se queixaram a Augusto. Foi deposto no ano 7 e exilado para Viena, nas Gálias, onde morreu. A autoridade de Arquelau estendia-se pela Judéia, Iduméia e Samaria. O resto do reino de Herodes tinha sido dividido pelos outros dois filhos: a Herodes Antipas coube a Galiléia e Peréia e a Felipe a Batanéia, a Traconitida e a Hauranitida. A Judéia pròpriamente dita correspondia pouco mais ou menos ao antigo reino de Judá formado pela Palestina do sul.

23E veio morar em uma cidade que se chama Nazaré: Para se cumprir o que fôra dito pelos profetas: Que será chamado Nazareno.[7]NazaréNazaré é uma aldeia da Galiléia, que nunca é mencionada no Antigo Testamento. Foi Jesus Cristo que a tornou célebre. Está a 270 metros acima da planície de Esdrelon. É um dos pontos mais pitorescos da Palestina. As casas são cobertas de verduras, vendo-se por tôda a parte flores, oliveiras, figueiras e cactus. Onde outrora foi a casa da Santíssima Virgem vê-se hoje a Igreja da Anunciação reconstruída em 1730, e restaurada em 1877. A casa que foi habitada pela Santíssima Virgem foi milagrosamente transportada para Loreto, no fim do século XIII. A nordeste da Igreja da Anunciação, no atual bairro muçulmano, está a oficina de S. José, onde parece que os cruzados edificaram uma Igreja, da qual só restam ruínas, sôbre uma parte das quais os Franciscanos levantaram uma capela em 1859. A quatro minutos de Nazaré, para nordeste, está a Fonte da Virgem, cuja nascente fica na parte setentrional da Igreja de S. Gabriel, que pertence aos gregos.

Introdução

Origem dêste Evangelho. — O autor do primeiro Evangelho é o apóstolo S. Mateus. A tradição universal e constante na Igreja confere-lhe a prioridade cronológica. Eusébio Hist. Ecl., 3, 24; S. Irineu, 3, 1; S. Agostinho, de Consensu Evang.

Autor. — S. Mateus aparece na lista dos Apóstolos, com o sobrenome grego, o telones, Mt 10, 13; Mc 3, 18; Lc 6, 15. É chamado filho de Alfeu, sob o nome de Levi, Mc 2, 14; Lc 5, 25, que foi o seu primitivo nome, ligado à primeira fase da sua vida, pois só depois da vocação tomou o nome de Mateus, que quer dizer: dom de Deus. Habitou em Cafarnaum, cidade então notável pelo seu movimento comercial.

Ocupava-se Mateus no cargo de cobrador de impostos. É o sétimo na ordem da vocação. Dos seus dados biográficos pouco sabemos, pois o Evangelho não os apresenta; apenas sabemos pela tradição que apostolizou durante doze anos na Palestina. Apolônio, cit. por Eusébio Hist. Ecl. e Clemente de Alexandria Strom., 6, 15, p. 804. Depois para sudoeste, sendo martirizado na Etiópia, onde pregou o Evangelho.

Tempo. — Não é fácil precisar com rigor a data da composição do Evangelho de S. Mateus. Foi escrito antes da dispersão dos Apóstolos, o que teve lugar antes do ano 42, ou entre 45 e 48 como afirma Vigouroux. Manuel Biblique. A Crônica Alexandrina indica que foi composto entre o oitavo e décimo quinto ano depois da ascensão de Jesus.

Língua. — S. Mateus escreveu o Evangelho para uso dos Cristãos da Judéia, e conseguintemente em língua que êles sem esfôrço compreendessem, o idioma materno, o hebreu, ou melhor, o aramaico. Hebraeos Hebraice scripsit.Frase reportada com OCR parcialmente ilegível no PDF; texto reconstruído com base na tradição patrística (Papias, Panteno, Orígenes, Eusébio, Cirilo de Jerusalém). Todos concordam neste ponto. O que foi admitido sem discussão até ao século XVI, em que Erasmo de Roterdão apresentou as primeiras dúvidas, suscitando-se depois discussões entrando na luta vários exegetas, Tomás Vio, o cardeal Caetano, Calvino, etc. Hoje é geralmente admitido que S. Mateus escreveu em aramaico.

Caráter do Evangelho de S. Mateus. — O Evangelho de S. Mateus não é uma história propriamente dita, nem mesmo uma biografia no sentido rigoroso do têrmo. É um esbôço da vida de Jesus, e um sumário de uma pregação. O autor não atende nem à ordem cronológica nem à ordem lógica, pois nas circunstâncias nem agrupa os fatos, nem os discursos consoante as suas analogias. O seu escopo é demonstrar que Jesus é o Messias prometido ao povo escolhido e por conseguinte que era necessário acreditar na sua palavra, aceitar as suas máximas, entrar na sua Igreja e obedecer às suas leis. Assinala na pessoa de Jesus as características de legislador, taumaturgo, profeta, rei e sumo sacerdote. Refere todos êstes pontos à vista das profecias e diz: Tunc adimpletum est... Ut adimpleretur... Sicut Scriptum est.

As características dêste Evangelho estão perfeitamente de acôrdo com o testemunho da tradição.

1.° O autor era judeu de nascimento. As suas frequentes citações indicam um homem versado no estudo do Antigo Testamento e na leitura dos Profetas. A sua linguagem revela uma educação judaica e o hábito constante de falar a língua do seu país. Segundo êle, a casa de Israel é sempre a Casa de Deus; Jerusalém, a Cidade Santa; o templo, o lugar santo. Os hebraísmos, as aposições paralélicas, características da poesia hebraica, superabundam. E finalmente a descrição rigorosa do aspecto da Galiléia, esclarecimentos topográficos e etnográficos abundantíssimos, revelam o conhecimento da fauna, da flora, da posição geográfica, do modo de pensar e do viver daquele povo, que só podia ter um natural; e esta qualidade revela-se no uso das parábolas, das comparações e imagens, que a cada passo se encontram no Evangelho de S. Mateus.

2.° Foi testemunha presencial dos fatos que narra. Isto mesmo se infere da precisão com que relata os mais insignificantes pormenores da vida de Jesus, principalmente reproduzindo na íntegra os discursos pronunciados pelo Divino Mestre, sem indicar nenhuma outra fonte. É certo que as narrações de S. Marcos são mais circunstanciadas, e que S. Lucas é mais rigoroso na ordem cronológica, mas é preciso ter em vista o escopo de S. Mateus. Êste Evangelista reproduz os discursos de Jesus fielmente, porque os ouviu, senão tê-los-ia inventado, mas se o fizesse, nêle se encontraria alguma coisa que destoasse da divindade de Jesus, que aliás transparece evidentemente nas palavras recolhidas neste Evangelho.

3.° Escrevia para compatriotas, isto é, para os judeus da Palestina, convertidos ao Cristianismo. Se escrevesse para os gentios seguiria outros processos, enveredaria por outro caminho; não tinha necessidade de insistir tanto na Lei Antiga. A leitura do Evangelho de S. Mateus convence-nos de que êle escrevia para os judeus, porque só êstes conheciam as prescrições legais, os vaticínios dos profetas; só êstes entendiam a genealogia do Redentor, só êstes percebiam o valor da frase 'filha de Davi'. De que servia falar aos estranhos na Cidade santa e no lugar santo? Para que falar aos gentios nos usos e leis dos judeus, e para que colocar aquêles no mesmo plano que os publicanos? O que queria indicar falando do livro da Sinagoga, senão que a Lei Mosaica cedia o lugar à Lei da Graça, e que dos destroços da lei ab-rogada devia erguer-se uma nova Igreja, Una, Santa e Universal?

Divisão do Evangelho de S. Mateus. — O Evangelho de S. Mateus compreende três partes, que abrangem os vinte e oito capítulos em que êle se reparte.

PRIMEIRA PARTE — Os primeiros anos da vida do Salvador, cc. 1-3. Jesus.

SEGUNDA PARTE — A pregação de Jesus, cc. 4-25, que se subdivide: a) Pregação na Galiléia, cc. 4-18: 1. Jesus legislador, cc. 4-7. 2. Jesus taumaturgo, cc. 8-18. b) Ministério público de Jesus, cc. 19-25: Jesus profeta, ensina, admoesta e prediz o futuro.

TERCEIRA PARTE — Últimos tempos de Jesus, cc. 26-28: Jesus sacerdote e vítima, no sacrifício do Calvário; a ressurreição e a ascensão.

NOTA — Conquanto sigamos a tradução do Padre Antônio Pereira de Figueiredo, edição aprovada pelo Exmo. Patriarca D. Guilherme, teremos sempre presente a versão de Glaire, aprovada pela Santa Sé, depois de exame cuidadoso do S. Index.

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